quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Yes, we C.A.M.??? YES, WE CRÉU!!!
Todos sabemos que o Atlético-MG, é tão candidato ao título do que o Flamengo. E que também foi o primeiro campeão nacional, em 1971. Mas mesmo assim, os 'gaylos' ainda conseguem nos surpreender, com coisas absurdas e sem sentido.
Há alguns meses, o clube alvinegro de Minas, lançou uma campanha, para tentar chamar a atenção do Brasil, de uma maneira totalmente bizarra. Capitaneada por Milton 'o Merchan' Neves, que ora diz ser 'gaylo', mas defende a maioria dos clubes do Brasil (menos o Flamengo), durante o seu programa de domingo, o Terceiro Tempo (como se fosse algo respeitável), mostra uma camisa no ar, que para alguns foi uma forma grotesca de chamar a atenção, de que ele precisa urgentemente de um tratamento psiquiátrico.
Na camisa estava escrito exatamente a seguinte frase: 'Yes, we C.A.M.', uma referencia às iniciais do Atlético. O que seria isso? Uma forma imbecil, de roubar o slogan, da candidatura à presidencia americana, de Barack Obama. A camisa fez tanto sucesso que é vendida em muios lugares de Minas e até pela internet.
Senhoras e senhores, aproveitando a oportunidade, quero enfim, responder a altura (inclusive aos spies do Atlético que empesteiam a nossa comu). A nossa resposta é o 'Yes, we CRÉU!'. A mesma fórmula usada na campanha vitoriosa da Rio 2016, substituindo o botom da campanha, por um escudo do Flamengo.
Depois de domingo, se Deus quiser, com nossa vitória, coloquem nos perfis, espalhem pela net, e façam todos saberem que, somos mais fortes do que eles, pensam que são. De que não adianta chamar a atenção com slogans, que responderemos na mesma hora. Os cariocas, são muito mais criativos que os mineiros.
Temos uma Libertadores, um título mundial e 5 Brasileiros. Eles tem um brasileiro, uma Conmebol, disputaram uma segunda divisão e, até hoje, choram pitangas pelo que aconteceu no Brasileiro de 80 e na Libertadores de 81, culpando o juiz por algo que eles mesmo fizeram.
A história sempre prova, que os mais fortes sempre se sobressaem. Nossa resposta é esta. Yes, we C.A.M.?? YES, WE CRÉU!!! SRN!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Homem Aranha + Eduardo Paes = ???
Dia de finados no Rio de Janeiro. Uma manhã que poderia ser apenas mais uma, para acontecer coisas que estamos acostumados. Mas.... quando menos se espera, vemos até que ponto o Rio está entregue a imbecilidade e a passividade extrema.
No Palácio da Cidade, ocorre algo que não se vê todos os dias, algo que nem as mentes mais absorvidas pelo álcool e pelas drogas, poderiam imaginar: o Homem-Aranha está no Rio.
Não, você não está lendo algo inventado e, não estou chapado o suficiente, embora minha ressaca ainda esteja afetando. Realmente o Homem-Aranha, chegou ao Rio.
O personagem desembarcou segunda feira no Palácio da Cidade e, pasmem: recebeu a Chave da Cidade das mãos dos filhos do prefeito e, da primeira-dama da cidade. A visita foi parte de uma ação promocional do espetáculo "Homem-Aranha Ação e Aventura", que será realizado no próximo fim de semana, no Maracanazinho.
Agora pergunto: o que um 'prefeito' quer fazendo isso, além de chamar a atenção? Dizer que no Rio tudo está indo bem, as mil maravilhas e que tudo que vimos este ano de 2009, foi apenas um sonho ruim?
Pois eu respondo: é a prova boçal, de que estamos entregues, nas mãos de um monstro insano, que fariam os arqui-inimigos do Spider-Man, implorarem feito garotinhos: 'moço, como você faz isso?'...
Na cidade de verdade, fora do faz-de-conta coletivo, em que alguns estão imersos, pessoas morrem, as drogas tomam as ruas, e estamos mergulhados em uma crise sem precedentes, mas que no fundo, a pessoa que chamou o Homem-Aranha, não está a par dos acontecimentos.
'Prefeito', a Chave da Cidade, porque você não entrega, às poucas ONGs sérias que nos defendem dessa histeria coletiva... aos policiais que sobrevivem com uma miséria, arriscam o seu pescoço para nos salvar... Eles sim, são os nossos heróis de verdade e não um produto americanizado.
Mas algo se fez perguntar: onde estava o prefeito? Porque ele não apareceu nesta sandice? Tenho minha teoria: ele não apareceu porque se ele aparecesse os sentidos da aranha apitariam tão alto, que prejudicaria para sempre, o 'nosso' herói mascarado.
Depois dessa, desse desgoverno, espero qualquer coisa. E por falar nisso, vou acender o farol para chamar o Batman...
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Caos na 'Cidade Olímpica' - SuperVia, um dia no olho do furacão
Uma hora, até a paciência dos monges acabam. Que dirá dos seres humanos 'comuns' como eu, você e tantos outros. O que está se vendo, no transporte coletivo de massa, no Rio de Janeiro, é um prelúdio do que se espera nos próximos meses, se algo não for feito. Já passou da hora.
A SuperVia, consórcio privado que ganhou o direito, de possuir os trens que rodam no Rio de Janeiro, e cidades da região metropolitana, desde 1998, chegou ao seu limite de tolerância, na mente e no coração de seus usuários. O que se tem visto, nos últimos dias, é a prova de sua total incompetência, em prestar um serviço de qualidade à população.
São 550 mil pessoas/dia, que são transportadas em seus trilhos. Este número antes da privatização, na época da CBTU, chegou há um milhão/dia. Em 11 anos, mudou-se, mas muito pouco. Trens foram reformados, trens foram comprados, mas o serviço caiu drásticamente, ou melhor, ele regrediu.
Não bastasse os trens sucateados, que são jogados para os ramais de Japeri e de Santa Cruz, as pessoas que usam este meio de transporte, se viram massacradas em todos os sentidos. Desde atrasos nos horários e filas de espera, até agressões desnecessárias de guardas ferroviários, como no incidente em Madureira.
Onde agentes de uma firma terceirizada, para forçar a entrada, em um trem super lotado, usaram as cordas de crachás e apitos, para baterem nos passageiros que travavam as portas. Uma atitude covarde, desnecessária e insana de pessoas, que se dizem 'treinadas até a exaustão' para servir e proteger os viajantes de trem.
Os eventos que aconteceram esta semana e, que foram amplamente citados em todos os tipos de mídia, já era previsível, e não era de hoje, mas de no mínimo 5 anos. A população que já é motivo de todo o tipo de humilhação, tanto na rua, como em casa, como no serviço, chegou há um grau de insatisfação, que mesmo sendo errônea, se fez necessária. As pessoas acordaram e disseram, mesmo que destrutivamente, que eles tem o direito sim, de cobrar um serviço de qualidade e eficiência, pois o mínimo que eles merecem é conforto, em todas as estações, e em todas as linhas, sem exceções.
A Globo, chamou quem fez o quebra-quebra, de vândalos. O governador do Rio, Sérgio Cabral, filho de um escritor e cronista que eu adimiro muito, Sérgio Cabral - pai, mais do que ninguém, até porque nasceu no bairro carioca de Cavalcante, deveria saber, o que o trabalhador passa. Pois ele mora perto de uma das maiores estações do Rio de Janeiro. A de Madureira. Chamar quem fez isso, de vagabundo, apontar o dedo, sem saber para onde se atira, é incorreto e, digno de uma bela bronca.
Tudo bem que quem incendiou o trem em Mesquita, quem depredou 4 estações na quarta-feira e, quem promoveu o tumulto na Central, realmente estava errado. Mas depois, de um dia exaustivo de trabalho, com tantos problemas para se chegar, o patrão não querendo saber, e quando se pega o trem para casa, todos os ramais param, sem prévio aviso, querem que aconteça o que? Que ninguém abra a boca? Que ninguém reclame?
Alguma coisa precisa ser feita urgentemente. A Olimpíada não terá sentido, em uma cidade onde uma boa parcela da população sofre, com um transporte coletivo de péssima qualidade. Vou ficar de olho com toda a certeza do mundo. Vamos ter 11,231 bilhões de investimentos (quase 40% do montante total de 28,9 bi) em infraestrutura para transportes. Contemos na ponta do lápis, o que será aplicado, e o que será desviado. Se nada for feito, em 2016 ou até antes, essas cenas vão se repetir.
O que a mídia não mostrou
Parte 1 - Protesto do povo na Central do Brasil
Parte 2 - Chegada da Polícia e desabafo
sábado, 3 de outubro de 2009
Uuuuuhhhh...., eles acreditaram!!!
Foto: Reuters, alterada por Falso Anjo Lain (crianças, não tentem isso em casa... rsrs)
Esse bordão do personagem 'Seu' Saraiva, interpretado brilhantemente, pelo falecido Francisco Milani, reflete bem o que se passa em minha cabeça, depois do anúncio de que o Rio de Janeiro, foi nomeado sede, da 31ª Olimpíada da Era Moderna.
O sorriso do 'ingênuo' presidente Lula, do 'famigerado' Sérgio Cabral e da 'máquina da maldade' Eduardo Paes, não deixavam dúvidas. Eles conseguiram fazer o COI acreditar que a Cidade Maravilhosa, era a melhor escolha.
Decretaram ponto facultativo em toda a cidade, ou seja, mais uma desculpa para o carioca não trabalhar em uma sexta feira. Não estou dizendo que o carioca seja um vagabundo, mas com uma coisa dessas, é mais um motivo para fazer os outros acreditarem que ainda, estamos na idade da trevas, ao qual caçamos quando estamos com fome e neste intervalo, ficamos 'coçando à beira-mar'.
100 mil pessoas em Copacabana, sol, mar, e nos esquecendo dos problemas, como os mendigos que ficam há poucas quadras mais para dentro do bairro, os pivetes cheirando cola, e as favelas como verdadeiras panelas-de-pressão. Mas o que importa né? 'Brasil ame-o ou deixe-o' como diziam os milicos... e dá-lhe maquiagem no resto.
Sorrisos de nervoso, em quem confiava na vitória e quem torcia contra. Uma a uma, as cidades foram dando adeus, e ficaram apenas duas: Rio e Madrid. Eu com os meus botões, já disse: é, o Rio leva. Duas olimpíadas na Europa, seguidamente, não acontecem desde Londres-48 e Helsinki-52.
No mais, foi apenas aguardar o anúncio. O grito na praia, a minha desilusão em casa. No mais, veio em minha mente, a frase do pensador brasileiro Leandro Hassum, no 'Nóis na fita'... FUDEU DE VEZ.
Até agosto de 2016, muita água vai rolar por debaixo da ponte. Suja, logicamente. E vai, como sempre desaguar em nossas cabeças. Reconstruir uma cidade arruinada, durante décadas de descaso, com os menos favorecidos, que abre as pernas, aos ricaços, que convive com uma hemorragia sem controle, por causa da violência, em todos os sentidos...
Mas, contou aos membros do COI, que o Rio é uma cidade que ri, careada, amarelada, insossa... e não é que eles acreditaram????
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Rio 2016: Seja contra esta baderna
Essa semana, o Rio de Janeiro será posto em cheque mais uma vez. Por mais que a violência, a miséria, a política suja, as mesquinharias e mentiras que vemos na nossa frente todos os dias, tudo se desliga, tudo some, tudo se esquece, quando o assunto é a escolha da sede olímpica, daqui há sete anos.
A mídia, ignóbil, prefere acompanhar os nossos 'políticos eleitos' à rica Dinamarca, para bater no peito e dizer que tem 'orgulho de ser carioca, e brasileiro', mas não pessoas ameaçadas por tiros, assaltos e reféns de granadas, pedindo ajuda à algum santo com, ou sem farda, para apenas viverem mais um dia.
O assunto até dos botecos das esquinas, mesmo aquelas dentro de comunidades carentes, é saber se receberemos Usain Bolt, Yelena Isinbayeva, ou Michael Phelps, quando o que deveria interessar, é saber se o seu barraco, não será removido por um Choque de Ordem sem ética, por uma tempestade de verão, na encosta onde se vive, ou se você não será preso, por morar no mesmo território, que um marginal procurado.
Sexta feira, em Copacabana, os repórteres dos 5 continentes, vão buscar, em um show 'pago', por uma emissora de TV, o 'charme, o carisma e a alegria do povo carioca'. Mas a pergunta que fica no ar é: será que em uma cidade partida, dividida entre traficantes, milicianos e maus representantes da lei, se terá coragem de focalizar o sorriso amarelo dos que habitam o Rio de Janeiro? Amarelos, pela vergonha de se trocar decisões importantes, que interessam há mais de 6 milhões de pessoas, por saber, quem ganhou a medalha de ouro em um certo esporte?
Porque não se dão medalhas, às pessoas que vivem no Rio, vitimadas, escravizadas por uma rotina de pânico, pavor, incertezas de se chegar em casa inteiro, todos os dias, ou terminar o dia em um hospital, ou em um cemitério? Elas sim merecem e não, atletas multimilionários e pessoas, que pensam que a capital do Brasil é Buenos Aires.
Se você é contra esta palhaçada, que se tornou a escolha do Rio de Janeiro, como sede olímpica em 2016, não precisa não ir à Copa, em uma sexta feira de manhã. Mas simplesmente, opine, seja inteligente e diga não à uma festa que não tem a menor condição de ser feita agora.
Pois lembrem-se, no final, quem vai pagar por esta 'fantasia', é você.
sábado, 15 de agosto de 2009
Globo X IURD - Record: o embate do século
Esta semana fomos acometidos de uma situação, ao qual não é nova, mas segue sendo mesmo por debaixo dos panos, explosiva. Desde terça feira, a face mais escura da Record, foi revelada. E o que era óbvio, ficou escancarado.
Os jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, revelaram que o fundador da seita, 'pastor' Edir Macedo e, mais 9 pessoas, ligadas à dupla IURD - Record, estava sendo indiciadas por lavagem de dinheiro e o pior, formação de quadrilha. Aproveitaram-se do dinheiro suado de muitos fiéis, para levantar, manter e sustentar um império, formado por rádios, televisões, gráficas e outros negócios e nogociatas, sob o pretexto de um artigo da já falha Constituição, que para igrejas de qualquer custo, não há impostos.
Revelou-se também, que depois de dois anos de investigação, algumas coisas se simplificaram: como a Universal se tornou uma máquina de fazer dinheiro, e uma organização tão intrincada e complexa, que faria um estudioso de Máfia Italiana, ficar com cefaléia crônica.
Uma das partes da denúncia, revelada pelo jornal paulistano diz: “a atuação da quadrilha não conheceu limites. Seus integrantes se utilizaram da Igreja Universal do Reino de Deus para a prática de fraudes em detrimento da própria igreja e de inúmeros fiéis”. (site do Jornal Nacional - 12-8-2009)
E também, para espanto geral, os números titânicos da Universal, foram finalmente revelados. Em um ano, a IURD 'embolsa' quase R$1,5 bilhão e, em um período de 7 anos, o suor dos fiéis, as esperanças de milagres, custaram R$ 8 bilhões.
8 bilhões... que eram desviados para paraísos fiscais e voltavam ao Brasil, na forma de empréstimos a pessoas físicas, ligadas a Edir Macedo.
A TV Record do Rio, foi comprada por US$ 20 milhões em 1992, e deste montante, 75% era da IURD. E as compras de emissoras de TV em todo o Brasil, foram misteriosamente acontecendo e o pior: sem suspeita da origem do dinheiro.
Usando uma passagem bíblica, este 'mensageiro' dizia que os bispos, pastores e obreiros, tinham que se impôr, em uma forma de lavagem cerebral, para manter o controle sobre o seu 'rebanho' e 'estorquir' tudo que os 'fiéis' tivessem nas mãos.
A Record contraatacou, com reportagens, falando dos podres da Rede Globo, de histórias de 45 anos atrás, sobre a compra da emissora, o apoio de Roberto Marinho à ditadura militar, sob a influência da TV na vida dos brasileiros e em seu modo de vida.
Falou-se até de possíveis festas, regadas à drogas pesadas, entre funcionários do alto escalão da emissora carioca, revelados por um ex-funcionário, em seu livro: Afundação Roberto Marinho. E a forma que a 'Vênus Platinada' vem perdendo audiência para a Record nos últimos 8 anos, usando imagens até do documentário britânico 'Muito além do Cidadão Kane', falando o lado secreto da Rede Globo e, que por decisão da Justiça, foi proibido de passar no Brasil.
Até no Congresso e no Senado Federal, que deveriam estar se ocupando do destino de 191 milhões de habitantes, se falou nesta guerra declarada.
Enquanto isso, nós, brasileiros, estamos no meio de mais contenda.
A briga entre a Globo e a IURD - Record, ainda está longe de acabar. Misturou-se até coisas como poder, religião e dinheiro. Algo que nunca ninguém pensava que poderia se misturar, em uma magnitude tão gigantesca.
A audiência no Brasil, finalmente se dividiu. Agora, se fica apenas de um lado: o mundano ou o sacrossanto. Mas ninguém sabe qual dos dois é um ou outro. Mas o mais provável, que é ambos sejam 100% mundanos.
Um lado querendo controlar as pessoas, pelo poder de uma informação, que em uma grande parte dos casos, se provou baseada, em fontes duvidosas há mais de 40 anos. O outro, manipulando, distorcendo uma das bases do ser humano: a fé em algo maior do que a nossa própria consciência.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Lain - um mergulho em uma mente dualizada
Eu ainda não falei de animes em meu blog. Mas resolvi começar este assunto com uma pergunta simples. Você sabe, quem você realmente é?
Depois que conhecer Lain, você não vai parar de se fazer esta pergunta.
Após do suicídio de uma estudante, Chisa Yomoda, suas companheiras de escola, começam a receber emails póstumos dela. Entre elas, Lain Iwakura, uma menina de 14 anos, que tem grandes dificuldades de viver em grupo. Sem saber como funciona o seu próprio computador, ela recebe o mesmo email que suas amigas de escola, receberam. Uma mensagem a intriga totalmente. O motivo do suicídio de Chisa: descobrir que Deus está na internet.
Para saber mais sobre o assunto, e se aprofundar mais sobre o tema, Lain pede ao seu pai, um novo aparelho, para conhecer mais a Wired (um sistema de navegação parecido com o que conhecemos).
Pouco a pouco, a vida de Lain, começa a girar apenas na Wired, motivo ao qual sua unica amiga Arisu (Alice, em inglês) começa a se preocupar, incitando-a que comece a sair mais com ela e suas amigas: Yuri e Reika.
Quando recebe um presente, um chip, se torna capaz de entrar e sair na Wired de forma livre, fazendo assim com que ela seja um ser onipresente dentro da rede, como uma espécie de deus. Conforme Lain vai descobrindo mais à respeito, nota homens vestidos de preto, começam a vigiar a sua casa. Com o tempo se descobre que eles se chamam knights (hackers dentro da Wired).
Gradualmente, Lain se faz famosa dentro da Wired, ganhando um grande prestígio, o que também aumenta o seu poder e, como consequencia, perde o interesse de viver dentro do mundo real.
À medida que descobre novas coisas, suas amigas começam a receber rumores sobre uma outra personalidade de Lain (seu 'alter ego', o outro 'eu' na internet, que era completamente distinto) criando confusão. Aí entramos em uma outra temática do anime: os conflitos psicológicos. Lain se torna mais e mais independente dentro da Wired, até que finalmente descobre que deixou de se conhecer, saber qual era a sua verdadeira personalidade, e se começa a perguntar: "Quem é Lain?"
São 13 episódios conflitantes, distintos, emocionantes, perturbadores. Recomendado apenas para quem tem coragem de mergulhar fundo na mente da personagem e, indiretamente nos próprios pensamentos, mesmo os mais ocultos.
Na playlist de hoje: a abertura de Serial Experiments Lain, com a música da banda britânica BôA - Duvet.
Make me sad, make me mad, make me feel, alright?




